Sunday, 23 November 2008

O Mundo Sem as Mulheres

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico para que?
O sujeito quer ficar famoso para que?
O indivíduo malha, faz exercícios para que?

A verdade é que é a mulher o objectivo do homem. Tudo que eu quis
dizer é que o homem vive em função de você. Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira... Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido para frente. Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar um sujeito igual a ele, de bigode e tudo. Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.

Já dizia a velha frase que 'atrás de todo homem bem-sucedido existe
uma grande mulher'.
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.

É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem. É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias. Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida ficou na frente de todos os homens. E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher. Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua.. Só homens. Já pensou? Um casamento sem noiva? Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas.


ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:


1 - O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só champô.

2 - O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.
3 - A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4 - O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito
5 - Como são encantadoras quando comem.
6 - Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8 - Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9 - Aquele jeitinho subtil de pedir um elogio.
10 - Como ficam lindas quando discutem.
11 - O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
12 - O brilho nos olhos quando sorriem.
13 - Ouvir a mensagem delas na secretária electrónica logo depois de uma briga horrível.
14 - O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não...'
15 - A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza..
16 - O modo de nos beijarem quando dizemos 'Eu te amo'.
17 - Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18 - O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19 - O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20 - O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21 - O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora jamais admitamos que doeu).
22 - O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.....
23 - As saudades que sentimos delas.
24 - A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.

[Autor Desconhecido]
Texto recebido por email.

2 comments:

doiSabores said...

Sim...ainda bem que saímos da cozinha...
mas precisamos de ajudar todas as mulheres que ainda lá estão...

Juno said...

Pessoalmente...
Adoro esse texto. Pena que muitas mulheres não entendem a sutileza, nem absorvem a mensagem.

Quanto às mulheres na cozinha, como disse o coment anterior, concordo que devemos auxiliar na expansão da consciência feminina e masculina em prol da liberdade de escolha. Mas nunca esquecer que respeitar o direito de escolha é essencial.

Tenho uma amiga jovenzinha, bem educada, com nível cultural extraordinário, que escolheu permanecer na cozinha (contra tudo e todos, inclusive o marido) e é muito feliz lá. Se ela vai se arrepender depois? Não sei. Não sou vidente pra prever o futuro. Mas depois de muito conversar com ela admito que meu feminismo enfraqueceu muito, mas minha feminilidade me abriu para novos pontos de vista.

Hoje me considero uma mulher feminina, que busca paz entre os sexos.

O feminismo violento teve sua glória, mas agora acredito que seja momento de repensarmos os preconceitos que a batalha nos infundiu. Pois ainda não encontramos o equilíbrio. E somos sobrecarregadas com jornadas triplas, ao centralizarmos todas as atividas caseiras sobre nós - resultado do feminismo que nos libertou da prisão caseira, sem nos libertar da prisão cultural e moral da responsabilidade pela manutenção doméstica.

Essa é minha campanha contra os "ismos", pois eles guerream entre si, são opostos, opositores.

É uma campanha pelo feminino e pelo masculino que são companheiros, complmentares, amigos.

Beijos