Tuesday, 17 June 2008

∂ Uma Mulher, um Mistério ∂

Naquela plataforma de madeira, que formava o 1º andar daquela discoteca, estava ela, serena e dengosa, espalhando sensualidade no ar. A festa bombava e as pessoas libertavam a sua libido naquela noite quente de verão.

Anna, uma mulata de 37 anos, independente, alta e um corpo escultural. Fazia da putice o seu hobbie preferido e muito bem remunerado somente a quem pudesse pagar as fodas incríveis dela. Naquela noite, ela havia decidido divertir-se e esquecer o seu hobbie... Tinha colado ao seu corpo um vestido cai-cai, preto, curto e decotado, salto alto vermelho, uma carteira prateada e o cabelo cacheado solto. Junto à cabine do DJ, lá estava ela com a sua taça de Vodka Martini na mão e ia se bamboleando ao sou da música. Estava sozinha, não lhe apetecia estar com mais ninguém.

Num canto da varanda, ao encostado ao bar, estava João... Ele observar aquela deusa, que o distraia de tudo o que o rodeava, inclusive de sua mulher. Anna estava numa área escura, mas ele conseguia ter uma boa visão do corpo dela. Olhava e deliciava-se com aquela vista... À sua cabeça, vinham-lhe momentos eróticos nunca vividos com aquela misteriosa e desconhecida mulher: “Corpo de sereia, atitude de quem sabe o que quer. Só pode ser uma verdadeira puta na cama.” Sua mulher decidiu ir dançar, a pista ficava no R/C da discoteca. Aquele foi o empurrão que ele precisava para ir meter conversa com aquela mulher. Pediu mais um duplo de whisky sem gelo ao barman, e de um trago bebeu todo. Por algum motivo desconhecido, aquela mulher intimidava-o, mas ele estava decido a encarar aquela deusa.

Quase num passo de câmara-lenta, encaminhou-se para onde ela se encontrava... Ele tentava ganhar coragem. Ela não o ligou e arrogantemente ordenou: “Afasta-te! Quero ficar sozinha.” Mas aquele corpo mexia com todos os seus sentidos e capacidade de raciocínio... Tanto, que nem havia reparado que estava com o pau duro. O tesão era tamanho que o seu pau doia e chorava por uma penetração ou por um broche. Berrava por um orgasmo. Naquela altura, quem o guiava era o seu pau e não a cabeça. Ele já não tinha controle sobre o seu corpo. Em vez de se afastar, colou-se àquele corpo e deixou o seu pau roçar aquela bunda empinada, redonda e dura. Ela ao sentir aquele pau enorme e duro colado ao seu corpo, não conseguiu mais raciocinar e deixou o seu corpo agir e tomar conta da situação. João ao sentir que ela reagia a seu favor, deixou-se levar pelo comando do seu pau. Com uma mão, desceu a parte de cima do vestido e apalpou aquela mamas redondas e pensou: “E ainda por cima tem um belo par de mamas duras e naturais.” Com a ajuda de uma das suas pernas, afastou as pernas dela, e com a outra mão, apalpou aquela vagina, que se estava completamente molhada [foi nesta altura que se apercebeu que ela não trazia roupa interior... Aquilo só aumentou o seu desejo de a comer]. Ela com uma das mãos, alcançou as calças dele e conseguiu mergulhar a sua mão nelas e esfregar aquele pau que se melava de tesão.

Aquela interactividade corporal não demorou muito, pois quando ele deu por si, Anna já tinha enfiado o pau na sua vagina. Ele amou sentir aquela vagina quente e molhada, que libertava as mais loucas e sexuais sensações deixando-o cada vez mais louco. Dentro dela, ele sentia que aquela mulher tinha milhares de quilómetros de experiência, mas ainda assim aquela experiência era a mais deliciosa e excitante que ele tivera. Ela gemia como um cadela no cio... Os seus gemidos eram abafados pelo som ensurdecedor da música que vibrava na coluna ao lado deles, protegendo-os dos olhares mais atentos daquela festa povoada de gente. Ela também, apesar do seu desejo inicial, vibrava de tanto tesão. Aquela bunda lindamente empinada, preenchia o tesão de João. Sem poder se controlar, ele veio-se... Ela ainda insatisfeita, e aproveitando-se da dureza persistente daquele pau, manteve-o dentro de si e continuou com o movimento de vai-e-vem. Num instante, estava ele a comandar o vai-e-vem, e a afundar as mão naquelas nádegas deixando marcas de seus dedos. Ele agarrava com tanto vigor aquelas nádegas, que ela não sentia dor alguma. Ela parecia uma torneira de óleo, a vagina dela mantinha-se molhada e com contracções vaginais cada vez mais fortes, o que excitava ainda mais o João antecipando o orgasmo. De repente as contracções dela tornaram-se tão fortes que ele veio-se outra vez sem se controlar, satisfazendo aquela selvagem e desejosa mulher.

Compuseram-se, acenderam um cigarro, e da carteira ela tirou um cartão de visita que dizia: Anna Marie Castellar, CEO da empresa X. Sem proferir uma única palavra, abandonou a festa num passo gingado, provocando tesão a cada homem que a via. João ia tendo um enfarte ao ler aquele nome no cartão, mas controlou-se pois a sua mulher acabava de se juntar a ele. João era o novo Director Financeiro daquela empresa a 2 semanas, e sabia que os donos da empresa [ele conhecia-os de nome] estavam na cidade para um assembleia geral a realizar-se no dia a seguir. Mantendo a mudez, beijou os lábios de sua mulher e levou-a para varanda. Ele precisava de ar para se refrescar daquele exercício sexual e do baque que havia levado.

[09.06.2008]

3 comments:

Anja Rakas said...

Quisera todas mulheres ter uma rebolada assim, as que não falam, as que fazem cara de desprezo, as que se acham boas...todas querem...raios...ATÉ EU (talvez) QUERO ahhahahahahahahhaha
Babe...eheheheh....melhor não falar mais...hihihihihi

Diva said...

Eh... Forte q.b. acontece tanto... hehehe... parecido com...melhor não falar mais como diz a Anja mor kekeke
Bjs meus

NAELA said...

Estou com a Anja e a Diva...will keep in silent!
Beijinhos