Friday, 20 June 2008

∂ Um Dia Frio ∂

Terça-feira, havia começado com ruídos estrondosos no apartamento do lado. De noite havia chovido, estava um vento gelado e com muito chuvisco. Previu um dia muito chato e bastante molhado. Um café forte e quente para aquecer os ossos, um duche quente, botas pretas altas, ganga preta e camisa branca e um casaco bege. Bem agasalhada, dirigiu-se para o hotel onde tinha que estar às 8:30 horas para um seminário. A sala de conferências do hotel estava bem aquecida, mas o ambiente estava estranho para o que ela estava habituada. O tema era bastante interessante, mas o orador era um chato, fanhoso e não se expressava nada bem na língua que falava.

No intervalo para o café, ela dirigiu-se ao jardim para fumar a sua cigarrilha. O tempo havia aberto e o sol quente fazia-se sentir na sua delicada pele. Tirou o casado, abriu alguns botões da camisa e sentou-se num banco para desfrutar a maravilhosa vista que proporcionava aquele lugar. Olhando a sua volta, sentado sozinho numa das mesas a volta da piscina, avistou um jovem rapaz dos seus 30 e poucos anos, lendo uma revista, com o seu café e cigarros na mesa. Um rápido olhar tipo raio-x, ela disse para si: “Come-se!” Entretida a olhar o mar, não sentiu o garçon a chegar. “Desculpe, minha senhora, mas tem um recado e uma encomenda para si.” Surpresa, ela questionou: “Para mim? De quem?” “Do senhor que estava sentado naquela mesa.” disse o garçon. Poisando a bandeja na mesa, o garçon retirou-se. Ela, pegou nas chaves, deitou uma olhadela rápida naquela estranha chave. Na verdade, era um cartão magnético, actualmente usados como chaves de quartos de hotéis. Pegou no bilhete e leu: “Intrigaste-me e excitaste-me. Quero-te agora! Vem, tou a tua espera!” Sem se controlar, ela disse alto: “Que petulância! Quem ele pensa que eu sou. Que fedelho!” E continuou sentada. Mas aquele atrevimento não lhe saía da cabeça. Deu por si a sorrir. Num repente, pensou: “Porque não?! Tou aborrecida lá dentro. Ao menos, com o miúdo, tenho a certeza que me divertirei.” E encaminhou-se para o quarto dele.

Mal abriu a porta, e ouviu o estouro de uma garrafa de champagne. O miúdo estava só com um robe quase aberto. Ela sorriu e entrou. Atirou o casaco para o lado e apressou-se a agarrar aquele miúdo cheio de impáfia fazendo-o largar a garrafa no chão. Reparou que as roupas dele não estavam arrumadas, estavam ainda nas malas. Devia estar de partida ou acabava de chegar, pensou. Tirou o robe num único movimento, e beijou-o longamente. Aquele beijo, mexeu com o seu íntimo, pois deu por sim completamente molhada e excitadíssima. O miúdo, tinha um pegar de macho, despiu-a com rapidez e perícia. Atirou para cama e minetou-a como ela nunca havia sido chupada. Chupava com garra... Aqueles lábios carnudos e macios, provocavam choques no seu interior aumentando o tesão. Ele chupou-a todas, mamas, dedos, pés, mãos... Chupou o seu corpo todo de tal maneira que ela ia perdendo forças. Tomando conta da situação, e quase com o seu “ego ferido” [afinal, estava a perder o controle da situação], rapidamente ela vasculhou as malas e retirou algumas gravatas. Lambendo-o vagarosamente, e provocando o efeito desejado [o relaxamento e a entrega total], usando as gravatas, amarrou-o à cama deixando-o totalmente indefeso. Lambeu o corpo dele e chupou aquele pau com toda a sua raiva. O miúdo uivava de prazer. Sentido aquele pau endurecendo cada vez mais na sua boca, sentou-se em cima dele e cavalgou. Numa das mãos, tinha um cinto que ia batendo naquele corpo musculado e bem feito, como se de sua domadora se trata-se. O rapaz, ia proferindo palavras como: “És a melhor foda da minha vida. Que bocarra, nunca fui chupado assim. Aí que foda. Fode-me. Sou todo teu, etc.” Farta daquelas palavras, pegou numa meia usada que estava à mão, enfiou-a pela boca adentro e disse-lhe: “Falas demais. Cala-te e deixa-me foder-te e gozar a vontade.” Cavalgou aquele pau que insistia em manter-se cada vez mais duro. Os dois gemiam e gozavam. Sem se controlar, ela veio-se e perdeu o domínio sobre o seu corpo, deixando-se cair para o lado. Ele, sem saber o que estava a acontecer, pediu-a para continuar pois ainda não tinha gozado. Ela num instante, recuperou os sentidos e o domínio de si mesma. Levantou-se sem dizer uma única palavra, dirigiu-se para a casa de banho e tomou um duche frio. Vestiu-se e encaminhou-se para a porta. Ele, continuava a sem entender, perguntou-a quase implorando: “Onde vais? Não me deixes aqui assim, amarrado! Ainda não me vim.” Ela encarou-o, acendeu uma cigarrilha e disse pausadamente: “Vou voltar para o seminário. Gozei que nem uma loba. Tua chupada é deliciosa. Para próxima, evita falar.”

Saiu. Chegada ao hall do hotel, dirigiu-se para umas das cabines telefónicas e ligou para a recepção, pedindo para irem socorrer alguém no quarto X, pois não conseguia abrir a porta por dentro. Cantarolando, deslizou satisfeita, para o seminário e pensou: “Estava mesmo a precisar de duche frio para me animar o dia, AHAHAHAH...”

[20.06.2008]

1 comment:

Diva said...

E eu a pensar em algo mais liht tipo:
" um dia frio, um bom lugar pra ler um livro, e o pensamento la..." dddddddd...tou mesmo por fora hehehe.
BFDS
Bjs meus