Thursday, 24 July 2008

Raptada para o Prazer

Ana e João, eram colegas de trabalhos. Os dois formavam um departamento chave da empresa e trabalham sozinhos numa sala. Ana havia começado a trabalhar naquele departamento a algumas semanas, e desde o inicio ambos sentiram uma tensão entre eles... Começaram com brigas por tudo e por nada. Num entendimento silencioso, para que tivessem uma boa produtividade, decidiram que as brigas deveriam ficar de lado, e passaram a indirectas. Depois de tantas indirectas, ambos sentiram que aquela tensão tinha tudo haver com sexo.

No meio de tanta indirecta, sem querer mas já querendo, ambos arranjavam sempre uma maneira de incitar o desejo sexual do outro, através de roço, toques, cruzamentos de pernas, uso de roupas curtas e/ou justas, decotes, perfumes cativantes, emails sexuais, etc.

A sala onde estavam instalados estava num corredor depois das casas de banho (havia sido desenhada para ser uma dispensa). Eles estavam naquela sala porque o escritório não tinha mais espaço. O que por um lado era bom... Dava-os um certo isolamento, deixando-os mais a vontade.


Era 6ª feira e estava um calor de lascar. Ana trazia um vestido branco de linho bem leve. João, trazia uma t-shirt branca e umas calcas jeans básicas. Ana vinha da sala de reprografia a bambolear o seu corpo bem formado, e a caminho da sua sala, passando pela casa de banho dos homens, foi “raptada” e inserida dento dela. As casas de banho eram espaçosas e com um espelho enorme. Ela ainda meia atordoada, sem saber bem como reagir, deixou-se levar e deu por si dentro de um dos compartimentos individuais.

Tentou dizer algo, mas o João, colocou o dedo indicador direito na sua boca, em sinal de silêncio, e tascou-lhe um beijaço. Ela ainda tentou reagir, mas algo nela a fazia querer ficar ali e entregar-se aquele momento tresloucado. João, continuou a beija-la e apalpá-la. Aquele beijo foi o empurrão que ela precisava para satisfazer o desejo escondido que tinha pelo seu colega.

Beijo daqui, apalpanço dali, as hormonas foram aquecendo cada vez mais. Ele não resistiu ao impulso de deixar a sua mão perder-se na gruta quente daquela mulher que o provocava tanto desejo sexual. Ela ia arfando em sinal de agrado. Ele animado na manipulação do grelo dela. Ana estava perdida de desejo, e estava prestes a soltar um gemido quando a porta da casa de banho abre e entra alguém. João, tapou a boca de Ana e, completamente excitado com a situação, continuou a manipular o grelo. Ana contorcia-se de desejo, a sua vontade era de gritar de prazer, de gemer e proferir as mais loucas palavras de libertação. Sem saberem se a pessoa que havia entrado estava a ouvir algo, João em momento algum cedeu às tentativas de Ana. A pessoa abandonou a casa de banho e eles voltaram a ficar sozinhos. Ana conseguiu gemer livremente.


Satisfeita, beijou a boca do seu colega e rapidamente sentou-se na sanita e num trago, penetrou o pénis do seu colega na sua boca. João amou aquela sensação... Ela tinha um chupar cuidadoso, mas que o deixava louco, ela tinha um toque de anjo mas uma mamada de demónio. Com aquele prazer todo, João não demorou a vir-se na boca dela. Ana não se importou... Engoliu e continuou a chupar. Logo, o pau dele voltou a ficar erecto. Largando o pau, Ana colocou o João sentado na sanita e sentou naquele pénis engolindo-o com a sua vagina. João delirava... Aquela gruta era deliciosa, quente, apertada e bem funda. Era a auto-estrada ideal para o seu enorme desejo sexual. Com perícia, Ana cavalgou aquele pénis que ia ficando cada vez mais duro. Em cima dele ela veio-se alguma vezes. João decidiu mudar de posição e ela ofereceu o seu botão. João ia levitando com aquela oferta, mas não hesitou, foi directo ao ponto. Ana pediu-o para que ele não se mexe-se e tratou ela de guiar a transa.

Como uma profissional, Ana fudeu aquele pau como um mestre. Só reduzia a velocidade quando previa o fim da transa, não queria que ela termina-se. Satisfeita e sentindo que João estava a ponto de bala, acelerou e ambos tiveram o orgasmo juntos.


Ambos precisaram de algum tempo para caírem em si e recomporem-se. Chegados à sua sua, encontraram o seu chefe nela a espera deles. Sem hesitar, Ana desculpou aquela espera dizendo que havia pedido a João para ajudá-lo com a fotocopiadora, pois havia encravado.


[24.07.2008]

2 comments:

Miguel e Juliana said...

Raptada e saciada.
..e aquele botãozinho bem explorado, não sabemos se foi crime
...mas que foi rabo foi rabo!

Maravilhoso
Ardentes Beijos

Fernando Rodrigues said...

Nada melhor que uma boa dose de sexo

Beijokas e lambdelas