Tuesday, 2 December 2008

A Beira de uma Diva Vampira

De longe devoraste-me

Como uma vampira, foste-me sugando devagar...

Do meu suor, bebeste gota a gota

Sem te sentir, exibi-me

Dancei ao som da Lua

E cantei ao ritmo da Rua

Do teu canto consumiste o meu EU

E me viveste a tua maneira

Foste central no teu desejo

Rodeaste-me pela tua Beira

E encurralaste-me no meu paço

Nem “Oi”, “Ai” ou “Fui” deixaste escapar


Para hoje me dizeres: “o branco fica-te bem...”


[01.12.2008]



3 comments:

Avid said...

Doce vampira… Louca e insana embalou-se ao som da fogueira da noite e viu Venus se perder entre sorriso, luzes e sons. Agora são duas.

Dançavam ambas…distantes…proximas…e por vezes até sorriam na argila rasa, encantadas pelo sopro da noite negra.

Amigas. Desconhecidas. Netas da mesma terra. Faziam da arte o calice sublime da glória que pairava pelo ar. Contradições puras. Opostos ocultos que se divertiam num trapezio de fogo, nas vogais do barulho de uma Rua D’Art.

Encontros de vida. Inquietudes que fluem no idioma das loucas.
Poderosamente loucassssssssssssss…hehehehe…

Bjs meus

P.S. Diz a lenda que até hoje nas veias da vampira corre algum sangue de Venus.

águia_livre said...

Com uma vampira tão bonita quem se importará de ser mordido?

Visitem:

http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.com/
.

doiSabores said...

Temos todos um lado vampiro dentro de nós...
Beijos saborosos