Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar..... isto é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...isto é equilíbrio. Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado..... isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto. Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma...
Liguei tarde, Comprei o presente tarde, Dei o beijinho tarde, Olhei para tua face tarde, Sorri para ti desculposamente tarde, Observei-te de longe com um sorriso de orgulho tarde, Ouvi teu riso tarde, Rodei meus braços nos teus ombros tarde, Posso e me desculpo por isso.
MAS,
Não senti tarde, Não sorri com tua data especial tarde, Não sonhei com a devolução do meu abraço tarde, Não deixei de te amar e de te ter no meu coração... Aahh isso ai, eu tenho desde o primórdio dos tempos. O sentimento que me acompanha desde o dia da bicicleta, me preenche assim, como tu bem sabes. Sou uma pessoa tardia em quase todos aspectos, mas NUNCA, no aspecto de te Amar, minha Amora.
Vanessa era amiga de uma banda músicos que tocavam em bares e Julio era o empresário da banda. Vanessa conheceu o Julio nas noitadas, e a sua convivência limitava-se simplesmente a estarem juntos de noite. Até que por força das circunstâncias (Vanessa era amiga da ex-mulher de Julio), ambos começaram a conviver fora dos bastidores. Festas foram organizadas na casa de Julio fazendo com que se conhececem melhor e num ambiente mais descontraido, sempre recheado de bebidas alcóolicas.
Certo dia estava concentrada no seu trabalho, Vanessa recebe um convite para assistir os últimos filmes de Holywood na casa de Júlio. Ela, louca por filmes e muito interessada em vez aqueles filmes, aceitou o convite sem piscar o olho. Afinal, não tinha nada programado para aquela noite, para além de ficar deitada no sofá a consumir a TV.
No final do dia, Vanessa corre pra casa, janta e prepara-se para ir a sessão de filmes. Lá chegada, encontra um Júlio calmo, centrado e um pouco tímido. Um Júlio bem diferente daquele que ela estava habituada. Bebidas servidas, cada um tomou o seu lugar no sofá. A escolha dos filmes foi feita e o filme iniciou. Passados os primeiros minutos do inicio do filme, Julio decidiu investir o seu tempo naquela mulata que estava ali inofensiva e aparentemente a precisar de cuidados especiais.
Vanessa, não recusou os beijos... Antes pelo contrário, incetivou aqueles beijos o que os conduziu a outros desejos. No meio dos arfanços dos beijos e dos apalpanços, Vanessa sussurou no ouvido de Júlio: “Tou com período. Acho melhor pararmos.” Júlio, sem se perturbar diz: “Não faz mal. Não vamos fazer nada que não queiras.” E continuaram naquele roça-roça, beija-beija, apalpa-apalpa.
De repente, Julio levanta-se e pega em Vanessa, encaminhando-os para o quarto. Vanessa assustada, repete: “Tou com o período!” Ele em tom de general ordenou: “Despe-te!” E corre para a casa de banho para abrir o chuveiro. Voltando ao quarto, Julio encontrou uma Vanessa nua, com as mamas impinadas, o cú duro e uma vagina bem depilada. Ao seu lado, jaziam as suas roupas e os restos daquela podridão que expelida pelo seu corpo. Júlio pegou na mão de Vanessa e correu para o duche. A água quente estava com a temperatira ideal. Naquele chuveiro, entrou uma Vanessa assustada, sem saber o que se ia passar, mas muito curiosa e ansiosa para saber o fim daquela noite. Usando o mesmo tom anterior, Júlio ordena: “Lava-te!” Por baixo do chuveiro, os beijos, apalpanços, amassos, roços continuaram até não resistirem ao desejo que tinham um pelo outro. Bem lavadinha e de quatro, Júlio penetrou naquela vúlva quente e lindamente lubrificada. Naquele vai e vem ficaram durante algum tempo. Vanessa, por alguns momentos hesitou e desejou abandonar aquela aventura doida, quase anti-higiénica... Por momentos perdeu a lubrificação por causa da água quenteque caia em seu corpo e entrava por seu túnel. Mas aquele homem penetrava-a deliciosamente que a fazia gemer como uma verdadeira cadela no cio, e a intercalação que Júlio ia fazendo entre a vúlva e o botão, deixava-a mais excitada e mais barulhenta. A dúvida passou e o seu tesão controlo-a, quando ela se lembrou que nada melhor que uma boa camisinha para a proteger daquela loucura completa. Júlio, estava amando aquela mulher que mal conhecia e que se pudor se entregou apesar das impurezas que o seu corpo recusava. Durante as penetrações ele ia proferindo palavras: “Tu és mesmo uma puta... Safada... Que foda gostosa... Vou-te fuder, sua vaca... Etc”. Palavras que ela ia respondendo e afaziam aumentar o tesão entre eles: “Fode-me bem fundo... Bata-me... Morde-me... Chama-me de puta, de tua cadela..., etc”. Essa sessão de sexo molhado iniciou o seu terminus quando Vanessa decidiu sentar no pénis de Júlio... Aquela posição tirou todas as forças de Júlio. Ver aquela mulher sentada no seu pau, cavalgando como um verdadeira prostituta no cio, ver aqueles seios duros e excitados a olharem para ele pedindo que ele os abocanha-se, vendo aquele mulata atingir o orgasmo agarrada a ele e beijando-o com soregidão, fê-lo perder todo o controlo que ele tinha por aquela situação. Os dois vieram-se agarrados um ao outro, se amando como dois apaixonados.
Para Vanessa, aquela foi das melhores sessões de sexo que teve.
Porque será que quando nos apaixonamos nos deixamos dominar pelo nosso companheiro?
Ele domina-nos tanto que acabamos achando que o que ele diz ou faz está correcto, indo contra o que nós pensávamos e defendíamos antes da paixão.
Ele domina-nos tanto que nos anulamos para ele, e acabamos nos isolando no nosso mundo, longe dos amigos, dos que nos gostam e amam.
Que tipo de amor é esse que anula, que apaga uma alma?
O amor não deve em momento algum apagar as almas das pessoas. Ao apagar, não é amor. Não sei o que é, mas amor não é.
O amor não deve estar nas mãos de ninguém.
O amor é, única e exclusivamente, controlado por nós.
O amor, não nos faz perder a nossa identidade. Faz-nos melhorar como pessoas.
O amor não deve apagar a luz que há em nós.
O amor faz-nos engrandecer..
O amor é como fogo, incendeia, aquecer e ilumina as almas.
O amor não deve provocar pena, desilusão. Não nos deve transmitir sentimentos negativos.
O amor deve provocar irritação por causa da felicidade e bem estar que transmitimos. É uma irritação saudável, de um sentimento que nos faz ver que é positivo.
O amor ou a paixão não nos devem provocar a cegueira.
O amor ou a paixão devem cegar pelo seu brilho, pela sua beleza, pela sua magnitude.